segunda-feira, 29 de junho de 2009

Segunda vitória !!!

Juliana e Larissa venceram, hoje mais um desafio pelo Campeonato Mundial, pela chave C, elas derrotaram as suíças Simone Kuhn e Nadine Zumkehr por 2 sets a 0, com parciais de 25/23 e 21/14, e seguem invictas em busca desse título que será o 60º título da dupla, o título da Copa do Mundo é inédito na carreira da dupla. As duas voltam a jogar na quarta-feira e farão o último jogo da fase de grupos contra a dupla da República Tcheca, Hana Klapalova e Tereza Petrova.


"O primeiro set foi super equilibrado e com muitas viradas de bola. Depois de abrirmos uma vantagem, deixamos as adversárias encostarem e tivemos que nos impor no fim para vencer por 25 a 23. O segundo set foi ótimo, dominamos o jogo todo com grandes defesas da Larissa e ainda consegui ajudar no bloqueio. Foi uma boa partida, pois construímos o placar e jogamos bem", analisou Juliana.


"Fizemos um bom jogo e conquistamos nossa segunda vitória no Campeonato Mundial, mas ainda temos muita estrada pela frente se quisermos levar esse título para casa. Vamos enfrentar as jogadoras da República Tcheca pela primeira vez e não podemos achar que será fácil. Temos que manter a concentração todo o tempo", alertou Larissa.




No fim de semana, Juliana e Larissa receberam o apoio do pai da americana Misty May-Treanor, que foi a campeã das duas últimas edições do Campeonato Mundial ao lado de Walsh. Mesmo com a ausência da filha, que se recupera de uma cirurgia no tendão de aquiles do pé esquerdo, o americano Butch May viajou para acompanhar o torneio e aproveitou para dar um abraço em Juliana e parabenizá-la pela recuperação.


Nós fomos almoçar e eu queria notícias da recuperação da May, que é minha amiga e está passando pelas dificuldades que passei com uma lesão. Pedi que ele dissesse a ela que vou torcer para que tudo dê certo, assim como aconteceu comigo. Ele agradeceu e disse que gosta de me ver jogando ao lado de Larissa, mas não sei se vai torcer por nós, na ausência da sua filha. Até porque o povo americano é muito compatriota e a torcida dele provavelmente será para as duplas dos Estados Unidos", disse Juliana.

sábado, 27 de junho de 2009

Estréia vitoriosa !!!

O Brasil fechou o ciclo de estreias no Campeonato Mundial de Vôlei de Praia com um aproveitamento praticamente perfeito. Entre as quatro duplas femininas e as cinco masculinas que disputam o torneio, apenas uma parceria dos homens perdeu. Juliana/Larissa e Maria Clara/Carol foram as últimas a vencer.

As tricampeãs mundiais tiveram uma estreia arrasadora. Com facilidade, elas venceram as gregas Efthalia Koutroumanidou e Eydoxia Argiropoulou, por 2 sets a 0, parciais de 21/14 e 21/11, em apenas 41 minutos. A próxima partida será na segunda-feira.

- Começamos bem. Apesar do placar ter sido relativamente elástico, foi um jogo difícil, mas estamos muito concentradas e conseguimos fechar a partida rapidamente. Já conquistamos títulos importantes como o Circuito Brasileiro, o Circuito Mundial e o Pan-Americano, mas o ouro na Copa do Mundo ainda é inédito. Ainda é só o começo, mas estamos bastante motivadas - analisou Juliana, por intermédio de sua assessoria de imprensa.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Inspiração p a Copa do Mundo

Antes de estrearem no Campeonato Mundial, Juliana e Larissa visitaram um ponto turístico de Stavanger, na Noruega. As brasileiras foram conhecer os fiordes noruegueses e, ao lado do fisioterapeuta Jullius Queiroz e do preparador físico Francisco Oliveira, subiram o Preikestolen, a “Pedra do Púlpito". Trata-se de um rochedo de 604 metros sobre o lago Lyse.


Tricampeãs do Circuito Mundial, Juliana e Larissa buscam o primeiro título do Campeonato Mundial. As primeiras adversárias serão as gregas Efthalia Koutroumanidou e Eydoxia Argiropoulou, neste sábado, às 14 horas (de Brasília).
- Realmente ficamos maravilhadas com o que vimos. É lindo demais. Certamente será uma inspiração extra para essa competição importante. Ainda não temos o título do Campeonato Mundial e vamos dar o máximo para conquistá-lo agora - disse Larissa.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Dupla aprova grupo na Copa do Mundo

Juliana e Larissa estão na chave C, juntamente com as suíças Simone Kuhn e Nadine Zumkehr, a dupla da República Tcheca, Hana Klapalova e Tereza Petrova e as gregas Efthalia Koutroumanidou e Eydoxia Argiropoulou, que serão as adversárias na estreia no dia 27.



- Estamos motivadas e gostamos da nossa chave. Na verdade, quem quer vencer não pode escolher adversárias. E esse é sempre o nosso objetivo em todas as etapas que disputamos. Eu e Larissa ainda não tivemos a oportunidade de enfrentar essas três duplas e acredito que teremos bons desafios nesses primeiros jogos no Campeonato Mundial.

Já jogamos até contra a grega Koutroumanidou, quando ela fazia parceria com outra jogadora. Também enfrentamos a suíça Simone Kuhn quando ela tinha outra parceira. Agora, no entanto, vai ser diferente porque elas estão apostando em novas parcerias - disse Juliana.
- A chave não está muito forte, mas não podemos dar mole. Estamos em ótimo ritmo e já superamos a fase da volta da Juliana. O Campeonato Mundial é o principal torneio internacional desta temporada e vamos dar o nosso máximo para chegar à decisão. Espero que possamos brigar mais uma vez por mais uma medalha - afirmou Larissa.

Campeonato Mundial - Stavanger

Realizado apenas a cada dois anos, o Campeonato Mundial é etapa mais valorizada do Circuito Mundial, com pontuação e premiações diferenciadas, e oferece desafios de sobra aos seus participantes. A edição de 2009, porém, possui um complicador para os brasileiros: o frio.
O torneio deste ano acontecerá em Stavanger, na Noruega. Para o alívio das nove parcerias verde e amarelas na competição, a cidade comemora a chegada do verão. O problema é estação mais quente do ano tem uma temperatura bem diferente por lá. Com sorte, estará por volta de 12 ºC. Muito pouco para quem está acostumado a treinar no Nordeste brasileiro, como as duplas Juliana e Larissa e Márcio e Fábio Luiz.

- Eu, particularmente, sofro muito. Tenho que jogar de luvas, aquela roupa toda. Para jogar no frio, tem que ter muito bom humor. Às vezes, bate um vento e a sensação térmica é de 2 ºC. É uma guerra. E depois as pessoas ainda dizem que é fácil jogar vôlei de praia - brincou Juliana.


Com nove duplas na competição, o Brasil tem boas chances de subir ao lugar mais alto do pódio, tanto no masculino quanto no feminino.
Entre as mulheres, aliás, a disputa promete ser das mais acirradas. Isso porque as americanas Kerry Walsh e Misty May-Treanor, vencedoras das três últimas edições do torneio e bicampeãs olímpicas, não participam da edição deste ano. Walsh acaba de ser mãe pela primeira vez e May ainda se recupera de uma lesão sofrida durante o programa “Dancing With the Stars”.
Melhor para Juliana/Larissa derrotadas pelas temidas americanas na final de 2005, Juliana e Larissa admitem que a ausência das rivais facilita a vida das outras competidoras.
- A gente treina para vencer, independentemente do adversário. Mas é um time bem forte. Óbvio que, se elas não vão jogar, é melhor. Eu não fico chateada porque a Walsh e a May não vão estar lá – brincou Larissa.
Parada por mais de seis meses devido a uma lesão séria no joelho, Juliana voltou a jogar com a parceira Larissa em abril deste ano, e a dupla surpreendeu: venceu duas etapas do Circuito Mundial, já ocupando a vice-liderança do ranking."Só minha mãe acreditou que eu voltaria fazendo tudo isso", brincou Juliana.
"Mas pra mim, já é uma vitória poder jogar de novo. As conquistas vêm naturalmente, e eu posso dizer que estou curtindo este momento".Medalhista de prata em 2005 e de bronze em 2003, a dupla pode enfim desencantar em 2009. "Seria bom, né? Acho que o importante é manter a concentração. Este é o quinto torneio do ano [internacional], mas é diferente em relação ao ritmo de sempre [ao contrário dos Circuitos, o Mundial é disputado em sistema de grupos].
Por isso, há o desafio duplo de manter a constância e de conseguir um pódio. Tem que jogar todo jogo, desde o primeiro, como se fosse a final", analisou Juliana.Favorita desde o início, a jogadora reconhece que ela e a parceira já estão acostumadas a esta situação. "Eu e a Larissa, com ou sem joelho, sem uma mão, sem um ombro, a gente sempre entra como favorita. Mas isso vem de conquistas, e a gente encara de forma positiva", disse Juliana, surpreendendo ao lamentar a ausência de Walsh/May. "Não fica mais fácil. Quando elas estavam, a gente ficava pensando nelas, se preparava para aquele jogo. Como não tem mais, a gente meio que relaxa e acaba piorando. É preciso manter o nível de excelência, e é uma pena que elas não estejam".
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